30º cap.
O Georg não conseguia dormir, estava inquieto.
“Que se passa contigo puto? DORME!”-pensou.
Mas não conseguia… Aquela imagem vinha-lhe à cabeça vezes sem conta. Aquela rapariga, de cabelos pintados de negro, olhos maquilhados e castanhos, sempre bem-disposta; a Mica. Não lhe saía da cabeça.
“Assim não Georg!”- Levantou-se da cama e foi para a sala.
Ao entrar, deu conta de que alguém estava à varanda. O Tom e o Bill tinham por hábito quando não conseguiam dormir irem para a varanda, por isso presumiu que fosse um deles.
Georg- Bill? Tom?
Nein- respondeu a rapariga que lhe tirava o sono.
Georg- Ah.. És tu. Tudo bem?
Mica- Sim e contigo?
Georg- Também. (ficaram em silencio a olhar o céu, até que ele quebrou o gelo) Sem sono?
Mica- Yup, e tu?
Georg- Também. Que achas disto? Gostas?
Ela estava envolta nos seus pensamentos e não ouviu a pergunta dele.
Georg- Não respondes?
Ela “acordou”
Mica- O quê? Desculpa, não ouvi…
Georg- Não faz mal. Gostas disto aqui?
Mica- Ah! Sim sim… isto é giro…Então porque é que não consegues dormir? De certeza de que está tudo bem?
Georg- Mais ou menos. Conheci uma miúda à algum tempo e acho que estou a começar a gostar dela, mas acho que ela não sente o mesmo que eu… E tu? Que se passa?
Mica- Oh, nada… Precisava de pensar numas coisas, só isso.
Ficaram algum tempo ali, em silencio, a observar a noite…
Até que a Mica bocejou.
Georg- Então? Sono?
Mica- Parece que sim. Vou indo. Até amanha.
Georg- Eu também vou. Bora.
Levou-a até à porta do quarto e aí desejou-lhe uma última vez as boas noites.
Georg- Bem, boa noite. Dorme bem, amanha é um grande dia…. (deu-lhe um beijo na testa)
Mica- Até amanha.
Acenaram um ao outro uma última vez e cada um foi devorado pela porta do respectivo quarto.
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O dia já ia alto e eu continuava a dormir.
Julia- Não acham muito esquisito? São 14.00h e a Maria ainda tá a dormir!
Bill- E eu só não estou a fazer o mesmo porque aqui o meu querido maninho me acordou!
Tom- Opah! Não resisti Bill! Desculpa.
Pats- Eu vou acordá-la, senão…(foi interrompida pelo tom que se levantou da cadeira onde estava sentado num ápice)
Tom- Deixa estar! Eu vou!
Gustav- Eh lá! Isto prometa hãn? (dando uma cotovelada ao Georg)
Tom- Nem te vou responder, sanao…
Pats- Vais acordá-la tu ou vou eu?
Tom- Pronto pronto! Tou a ir!
O Bill e a Julia olharam-se e tiveram vontade de se rir, mas esperaram que o Tom se afastasse da sala.
Assim que tiveram oportunidade desmancharam-se a rir e os outros seguiram o exemplo.
Entrou sorrateiramente no quarto. Tudo escuro.
Usou a lanterna do telefone para se guiar.
Chegou perto da cama.
“Acordá-la devagar? Tem graça é assustá-la!”
Pousou o telefone na mesa-de-cabeceira e atirou-se para cima de mim.
Eu- AAAHH! Julia! Bolas pah, tas parva?
Tom- O quê? Fala língua que eu perceba! Não vale falar português!
Eu- Ai, és tu! Desculpa, achava que era a Julia.
Acendi a luz da mesa-de-cabeceira e olhei-o.
Eu- Bem, acordar e ver a tua cara assim logo que abro os olhos…
Tom- Que foi? Gostas assim tanto de mim?
Eu- Ai! És tão tonto!
Beijei-o
Tom- Eu também te amo…
Saí debaixo dos lençóis e fui abrir os estores e os cortinados.
A Luz penetrou o quarto escuro iluminado as nossas caras.
Virei-me para a cama e ele tinha-se levantado e agora dirigia-se a mim.
Puxou-me para si e dirigiu-nos para a cama.
Beijávamo-nos cada vez com mais prazer. Naquele momento não existia mais nada à nossa volta. Deitou-me e a sua mão passou pelas minhas costas nuas; tinha-me tirado a t-shirt e agora era a minha vez de lhe tirar a dele. Tirou o chapéu e o gorro e ajudou-me a tirar-lhe a t-shirt.
As nossas respirações estavam meias descontroladas, os corações acelerados, os beijos mais fogosos…
“Aii Maria! Pára! Vais fazer algo que não queres! Não te deixes levar!”- pensei
As mãos dele percorriam cada centímetro do meu corpo e agora estavam prestes a tirar-me os calções.
A minha mão agarrou a dele parando-a.
Os nossos lábios despregaram-se e olhámo-nos nos olhos.
Tom- Que foi?
Eu- Tom… eu…. Não me sinto preparada… percebes?
O sorriso que habitava na minha cara foi substituído por uma expressão triste.
Tom- Ei! Não fiques assim; eu espero! Ao menos que a tua 1ª vez seja melhor que a minha.
Eu- Obrigada. ^^ Mas a tua 1ª vez foi assim tão má? (disse entre risos)
Saiu de cima e deitou-se a meu lado.
Tom- Sim, foi muito má mesmo!
Não resisti e desmanchei-me a rir.
Eu- Vá Tom, deixa-me ir arranjar (olhei para o relógio) Até porque já são horas de almoço.
Tom- Tenho direito a…
Interrompi-o e dei-lhe o que queria, levantei-me peguei na minha roupa e fui tomar banho.
10 minutos depois estava a calçar-me
Tom- Bora ter com eles?
Vamos almoçar e depois vamos levar-vos a passear.
Eu- Bora lá então.
Demos as mãos e saímos do quarto com um sorriso estúpido na cara.
Eles estavam na sala a ver as noticias.
Pats- Que seca! Noticias em alemão! Não percebo NADA!
Mica- Ja! Que seca!
Gustav- Deixem lá, são só desgraças.
Eu e o Tom entrámos na sala… Aquele sorriso parvo ainda se manifestava.
Bill- Bem mano que sorriso tão parvo! Não me digas… (falavam em alemão)
Tom- E que tal calares-te?
Gustav- Ena ena!
Julia- Maria o que se passou?
Pats- Não me digas…
Mica- …que tu e o Tom…
Eu- Não! Ou melhor…
Pats- Miga! Tu já não és virgem? (perguntou meia confusa e a sussurrar)
Eu- Ai! Deixem-me acabar de falar! Sou virgem sou, mas foi por pouco que não deixei de ser…
Ficaram boquiabertas a olhar para mim.
Mica- Mas quase, mesmo quase?
Julia- WOOWW! Nem te conheço gaja!
Eu- Ei calma ok? Não chegámos a tirar as calças! Quando ele me ia tirar os calções eu parei-o.
Pats- Fizeste bem, ao menos pararam a tempo… xD
31º cap.
Os rapazes continuavam a falar sempre em alemão e nós em português.
Gustav- E então pah? Não acabaste; ou melhor, não começaste o “servicinho” porquê?
Tom- Ela não quis avançar. E eu não a vou obrigar…
O Georg pigarreou e disse com uma voz fininha a tentar imitar uma rapariga
Georg- Tom, eu gosto muito de ti, mas não estou preparada. Esperas ursinho?
Eu e as miúdas calámo-nos ao ouvir a voz do Georg e partimo-nos a rir.
Julia- Wowwww! O que foi isso gajo?
O Bill e o Gustav riam a bandeiras despregadas, quase que choravam…
Georg- Aaa… Nada, nada…
Eu- Hmm… de certeza? Então o que foi que disseste?
Tom- Aaa… Foi uma fãn que se meteu com ele e disse que gostava muito dele e que…aaa…queria que ele lhe fizesse um filho… foi isso.
Eu- Hm, ok vou fingir que acredito.
Gustav- Bom vamos comer?
Mica- Sim, mas só uma coisa; o almoço não é pizza pois não?
Gustav- Não.
Eu- yeyy!
Gustav- É hambúrguer…
Mica- Oh não!
Gustav-… no prato com arroz!
Pats- Ai que alivio! Quem fez?
Bill- O teu menino. Ele cozinha muito bem!
Sentámo-nos à mesa e comemos calmamente.
O que nós ansiávamos por uma refeição normal…
Gustav- Que acham?
Eu- D.I.V.I.N.A.L.!
Mica- Sim.. Hm hm, que bom…
A Julia sussurrou-me ao ouvido “Mas não era o Tom que era um Deus?” ao que nos partimos a rir as duas e os outros ficaram sem perceber porque.
Bill- Então Mar, tas a gostar?
Eu- Sim, dentro dos possíveis. Isto é tipo um sonho…
Georg- Acho que hoje já tiveste a prova de que não é um sonho.
Pats- Ai teve?
Georg- Sim. Então ela e o Tom não iam “coisando”?
Engasguei-me com o arroz, o Tom não sabia onde se enfiar, tava tão vermelho como a camisola da Mica.
Bebi água e respirei fundo; também eu me encontrava vermelha, olhei para o Tom que não sabia o que dizer.
“Não acredito! Vou-lhe pregar um estalo!”-pensei.
Olhei o Tom e este pareceu-me que me acenou que sim com a cabeça como se me tivesse lido os pensamentos.
Levantei-me, dirigi-me ao Georg e preguei-lhe um estalo na cara. Tal não foi a força que ele ficou com a minha mão marcada!
Eu- NÃO VOLTAS A DIZER ISSO OK? ELAS TAMBEM SABEM E NÃO ANDAM AÍ A COMENTAR POIS NÃO? ISSO É ENTRE MIM E O TOM!- disse furiosa.
Levantei-me ainda um pouco alterada da mesa e fui para o quarto com as lágrimas prestes a rolarem pela minha cara.
“O que é que fizeste hãn? Estúpida!”
32º cap.
O Bill estava boquiaberto.
Bill- O que é que se passou? Woww! Que cena meu!
Pats- Não acredito que ela fez isso… Mas que raio lhe deu?
Georg- Não sei, mas tenho de falar com ela e pedir-lhe desculpa. E a ti também Tom. Desculpa.
O Tom ainda estava em “choque”. Ele ainda continuava a olhar a minha cadeira de olhos esbugalhados. “O eu é que lhe deu?”- pensou.
O Gustav deu-lhe um calduço.
Gustav- Acorda!
Tom- Aaa… nem sei o que dizer.- murmurou
Pats. Diz que aceitas as desculpas do Georg por causa do que ele disse.
Georg- Ja! Não pensei que ela reagisse daquela maneira.
Tom- Aa…sim, eu desculpo-te, mas acho que a magoaste mais a ela. Vocês deviam falar…
Georg- Também acho… (levantou-se da cadeira) Venho já.
Mica- Boa sorte…
(…)
Bateram à porta do quarto.
Estava lavada em lágrimas.
Eu- Q-quem é? - perguntei entre fungadelas.
Georg- Sou eu, Georg.
Eu- Sai! Não te quero ver! Alias, não quero ver ninguém!
Georg- Ok, eu só queria pedir-te desculpa pelo…
Eu- SAI!
Ouvi os seus passos afastarem-se. Fui à casa de banho lavar a cara com água bem fria para me acalmar. Depois fui para a varanda apanhar ar, mas passados uns minutos já estava num pranto outra vez. Fui para dentro e afundei a cabeça na almofada.
Bateram outra vez, mas desta vez não tive tempo para responder. Entro e sentou-se a meu lado
Tom- Então? Não chores! Olha-me bem para esses olhos verdes! Tão mais vermelhos que um tomate!
Por uns instantes arrancou-me um sorriso, mas depressa desapareceu.
Eu- Não sou assim Tom! Não sou! Enervo-me facilmente, mas não ando aí a pregar estalos a torto e a direito! Vá, vão lá passear. Eu não vou. Desculpa…
Tom- Se tu não vais eu também não vou!
Eu- Ai, vai! Vai e diverte-te! Não te quero aqui a deprimir como eu. Sabes se já lavaram a loiça?
Tom- Não, porquê?
Eu- Diz-lhes para não a lavarem, eu lavo-a.
Tom- Porquê?
Eu- Apetece-me lavar loiça. Só isso…
Tom, Ok, então xau.
Eu- Xau.
Na cozinha.
A água começava a correr pela torneira do lava-loiça e o Tom entrou.
Tom- Não laves a loiça!
Gustav- Porquê? A loiça tá suja e não vai ficar aqui assim!
Tom- A loiça vai ser lavada mas não é por ti. Vamos passear ou não?
Bill- ok, vai chamar a Mar.
Tom- Ela não vem, pede desculpa mas hoje não…
“Merda estraguei tudo”-pensou o Georg.
Pats- Então bora lá. Sim Tom?
Tom- Não, eu fico com ela, mas vou para o estúdio porque ela disse para eu ir com vocês, disse que não me queria aqui a deprimir como ela. Mas para todos os efeitos é como se tivesse ido com vocês ok?
33º cap.
Subiu pé ante pé para o estúdio de modo a não fazer barulho e fechou a porta devagar…
A porta da rua fechou-se, já tinham saído. Esperei 5 minutos e fui para a cozinha.
Aquela casa por momentos pareceu-me abandonada, os meus passos ecoavam pelo corredor, não se ouvia mais nada.
Cozinha, toda desarrumada, loiça no balcão à espera de ser lavada… “bem, vamos lá”-pensei. Meti os phones com o volume no máximo e deitei mãos à obra.
Lavei a loiça calmamente, entretinha-me a brincar com a espuma, era relaxante, pelo menos para mim. Lavei o último prato e coloquei-o ao pé dos outros a secar.
Limpar a mesa, sacudir a toalha, pegar na vassoura e na pá, varrer o chão coberto de migalhas. Pode parecer estúpido, mas nos dias em que estava em baixo aquilo fazia-me bem… Depois veio o balde e a esfregona…
Na outra ponta da casa, o Tom descia as escadas com cuidado. Espreitou o quarto de hóspedes e constatou que estava vazio, por isso foi para a cozinha.
E ali me encontro, de esfregona em punho no meio da cozinha a cantarolar uma musica qualquer.
Tapou-me os olhos assustando-me
Tom- Calma, sou eu!
Eu- O que esta aqui a fazer hãn?
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Mica- Woow! Que carrão! De quem é?
Julia- Cadillac é do Tom.
Pats- Ele não vem e nos vamos usar o carro dele?
Gustav- Foi ele que disse para o levarmos.
Eles estavam disfarçados para ninguém os reconhecer. 15 minutos depois, parámos.
Mica- Então?
Bill- Chegámos.
Pats- Onde estamos?
Gustav- Centro de Hamburgo.
Julia- Uhh…
Bill- Bora dar uma volta?
As 3 raparigas - Bora!!
Julia- Por isso é que vocês vem disfarçados!
Bill- Sim.
Pats- Deus queira que não vos reconheçam.
Gustav- Não te preocupes. –beijou-a
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Eu- O que tas aqui a fazer?
Tom- O que é que achas? Fiquei para te fazer companhia.
Eu- Ai Tom, Tom…
Tom- Vais dizer que não gostas da minha companhia…
Eu- Tu sabes que gosto…
Tom- Então! Anima-te vá! Temos a casa só para nós!
Eu- Nem penses nisso! Deixa-me acabar de lavar o chão.
Tom- Ok, tou na sala - beijou-me na testa.
Depois de acabar de lavar o chão fui ter com ele.
Passado uns minutos em silencio do nada eu disse
Eu- Apetece-me cozinhar…
Tom- O quê?
Eu- Apetece-me fazer comida, bolos, sei lá qualquer coisa!
Tom- Hmm… Fazes o jantar?
Eu- Sim.
Tom- Então vou cnvidar o Andreas para cá vir jantar. Anda, vamos ao supermercado.
Saímos, e 5 minutos depois estávamos às compras.
Eu- Ajudas-me?
Tom- Claro!
E deu-me um beijo.
Percorremos os ingredientes em busca dos ingredientes e levámos aperitivos para a noite.
Tom- Não nos podemos esquecer das cervejas.
Eu- ok.
Fui atrás dele e lá metemos as cervejas no carrinho.
Tom- Sabes que eu gosto muito de ti e que odeio ver-te assim não sabes? Anima-te!
Eu- Sei… - beijei-o
Ao fundo do corredor encontrava-se uma rapariga que ao se aperceber a quem pertenciam aquelas rastas, decidiu guardar o momento com uma foto com o telefone.
Sem dar-mos por ela, dirigimo-nos à caixa para pagar onde a senhora o reconheceu de imediato.
“Tu és… o Tom dos Tokio Hotel, não és?”
Tom- Sou, mas não dê muito nas vistas por favor!
“Quem é essa menina? A namorada?”
Tom- Não, não! Uma prima afastada que está cá a passar férias.
“Bela desculpa Tom”-pensei.
Pagámos e fomos para casa.
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Julia- Pats, Pats! Faz uma careta! xD
Como elas se estavam a divertir naquela tarde de sol. Faziam montes de porcaria, metiam-se com os rapazes…
Mica- Eh, olha! Aquele é muito feio! Bora pedir-lhe o numero de telefone?
Julia- SIIM! Ei! Pstt pstt! Oh tu! És muito giro sabias?
Rapaz- Quem eu?
Julia- Ja. Não nos queres dar o teu numero de telefone?
Rapaz- Claro. Aponta aí.
Julia- Ok. Oh merda, fiquei sem bateria! (mentirosaa)
Pats- Eu esqueci-me do meu. (mentira outra vez)
Mica- Não olhem para mim, eu não tenho telemóvel! (ai credo, parece o Pinóquio!)
Rapaz- É na boa. Dá-me o teu numero que eu anoto.
Julia- Aaa… Pats? Qual é o meu numero?
Pats- Não sei. Sabes Mica?
Mica. Nop.
Julia- Oh.. Olha, fica para a próxima ok? Xau!
Os 3 rapazes olhavam para elas incrédulos; afinal de santas elas não tinham nada, mas riam-se a bandeiras despregadas quando as viam dar tampas aos rapazes.
(…)
Começou a escurecer.
Bill- Vamos para casa?
“Sim”- responderam todos em tempos diferentes.
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A campainha tocou.
Tom- Já vai! (…) Andreas! Tudo bem?
Andreas- Tudo e contigo?
Tom- Também. Anda, quero que conheças uma pessoa.
O bolo acabado de sair do forno fumegava ainda na forma. O avental repleto de farinha. “Que bela maneira de me apresentares ao teu melhor amigo!”-pensei.
Andreas- Hmm… Que cheirinho! O que é isto? Uma cozinheira Tom? Tão nova?! Uhh…
Eu- Olá. Não sou cozinheira nenhuma…
Tom- É a minha namorada.
Andreas!- Ahh! És tu que o tratas por.. aaa.. Olá, sou o Andreas e tu?
Eu- Maria…
A porta de casa abriu-se novamente e o Bill e etc entraram em casa.
Bill- Hmm… Que cheirinho bom é este?
G’s- Ui! Cheira mesmo bem!
Eu- Obrigada!
Bill- Andreas! Vieste! Que fixe.
Andreas- Então BilLy; tudo bem?
Bill- Sim tudo. Olha, esta é a Julia, a minha namorada.
Julia- Hallo.
Andreas- Hallo.
Pats- Eu sou a Pats.
Mica- E eu a Mica.
Andreas- E elas também namoram ou não? xD
Gustav- A Pats comigo, mas a Mica e o Georg não namoram.
Eu- TOOOM! Vem ajudar a por a mesa!
Tom- Tem mesmo de ser?
Eu- Toom…
Tom- Ai ok ok, vou já…
Foi à cozinha buscar os pratos e etc e levou-os para a sala.
Lá a mesa foi posta com a ajuda de todos.
Peguei na travessa com a comida e levei-a para a mesa.
Eu- Vá, venham sentar-se.
Gustav- O que fizeste?
Eu- Arroz de pato.
Pats- nhamiii
Um a um sentaram-se e serviram-se.
“Cuidado, está quente!”- avisei.
Georg- Foda-se! Queimei-me!
Eu- Avisei não avisei?
Bill- Não vão começar pois não?
O jantar foi animado; de vez em quando eu e o Georg trocávamos olhares enraivecidos e depressa nos juntávamos à conversa novamente.
Andreas- Costumas cozinhar Maria?
Eu- Não muito. Comida é a terceira vez para aí... Gosto mais de fazer bolos…
Bill- E há sobremesa não há?
Tom- SIIM! E é muito boa!
Julia- Como sabes?
Eu- deixei-o rapar a tigela no fim. xD
Georg- O que é?
Tom- Bolo de noz. Nhami!